martedì 17 gennaio 2012

A SEMÂNTICA DE EMERENCIANO
Emerenciano expõe o seu universo de símbolos e imagens

Até 15 de Fevereiro de 2012
Casa da Galeria - Centro de Arte Contemporânea
Santo Tirso - Região Norte do Distrito do Porto
www.casadagaleria.com

Com a exposição “Rastos ”, Emerenciano partilha connosco algumas obras do seu longo percurso de vida e de artista.
O que o move? Uma grande inquietação, uma procura quase obsessiva por um significado, para esta viagem, em que a sua Obra (seja a pintura ou a escrita) se confundem com a sua vida.
Como todas as viagens, tem um lado exterior - a Odisseia, cheia de peripécias, encontros e desencontros, naufrágios, rupturas, ilhas de estabilidade ou de esquecimento (lèthe), contra o qual Ulisses tanto lutou. E um lado interior, o bastidor, onde tecemos como Penélope, desfazemos e voltamos a tecer a urdidura da nossa vida, fazendo e desfazendo caminhos e oportunidades que nos levam de volta a casa, de volta a nós mesmos, à nossa verdadeira Natureza.
Curiosamente o termo grego para a verdade – alètheia, o levantar do véu do esquecimento ou da ignorância, designa o pôr em evidência uma realidade que escapa à percepção imediata, quer se trate de um acontecimento que só a palavra consegue descrever, ou de um detalhe que está debaixo dos nossos olhos mas não prestamos atenção.
Emerenciano diz-nos “as imagens são estados de paragem na minha viagem de dentro para fora e de fora para dentro”.
Mas tem ainda um segundo espelho por onde entra e sai desse mundo interior, que tenta expressar - a escrita.
As imagens, os fios coloridos de tinta que entretece nas telas, os símbolos depurados, condensação de imagens, arquétipos, são complementados pela escrita, pelas suas reflexões das quais são indissociáveis.
As obras são as pegadas, os rastos, que deixa no seu caminho; a Obra é num sentido mais alargado, os indícios, as alusões, o discurso e a sua contradição, metáforas, reflexão, perguntas sem resposta, respostas por enigmas…
É o que não foi pintado ainda, nem expressado; é o que os outros lêem nas suas obras, dando-lhe outros sentidos, que a ambiguidade (irredutível) da obra permite; é o que ficou por fazer; é a Unidade subjacente às múltiplas formas do Múltiplo; ou mais radicalmente é a verdade que não se deixa dizer directamente.


Emerenciano
Nasceu em Ovar em 1946.
Tem o curso de Pintura Decorativa da Escola de Artes Decorativas Soares do Reis, e a licenciatura em Artes Plásticas (pintura), concluída em 1976 na Escola Superior de Belas-Artes do Porto.
Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, instituição que lhe concede ainda um subsídio de investigação e outro de viagem de estudo que realiza a Paris em 1986.
A partir de 1973 define por aproximação à escrita a sua pintura, título de uma exposição individual, a primeira que realiza na cidade do Porto (Galeria Módulo) em 1979.
Em 1980 inicia a participação regular em exposições internacionais de Arte-Postal e de Poesia Visual, aceitando os convites que lhe são dirigidos, e a motivação constitui factor suficiente de realização de afins desenvolvimentos próximos da poética dos correios, caracterizada pelo pequeno formato, envelope, bilhete postal, selo, e carimbo.
Participa em 2000, em representação da Câmara Municipal de Ovar, num Plenário Internacional de Artistas que decorreu na cidade de Pernik (Bulgária).
Está representado em diversas colecções publicas e privadas, em Portugal e outros países. 

venerdì 13 gennaio 2012

Edizioni dell'Urogallo - Letteratura dal mondo di lingua portoghese
Catalogo aggiornato

Le Edizioni dell’Urogallo sono l’unica casa editrice italiana che si dedica esclusivamente alla letteratura del mondo di lingua portoghese e galega.
Attraverso le sue collane, il catalogo che le Edizioni dell’Urogallo propongono al lettore, al curioso o allo studioso costituisce un viaggio attraverso questo ampio orizzonte letterario che è la Lusofonia. Dalla Galizia a Timor Est, passando, ovviamente, per il Portogallo e il Brasile, e per vari altri Paesi africani (Angola, Mozambico, etc...), le Edizioni dell’Urogallo accompagnano il lettore attraverso le esperienze più marcanti della letteratura. Con la pubblicazione con il testo a fronte (portoghese/italiano) e la proposta dei classici della letteratura portoghese e brasiliana in lingua originale, le Edizioni dell’Urogallo propongono anche degli strumenti di studio o di mantenimento delle conoscenze linguistiche.
 
View more documents from Domenico Condito.

Le Edizioni dell’Urogallo hanno ricevuto riconoscimento e sostegno
da:
Instituto Camões – Lisbona (Portogallo).
Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas – Lisbona (Portogallo).
Xunta de Galicia – Santiago de Compostela (Galizia/Spagna).
Ambasciata del Portogallo a Roma (Italia).

martedì 10 gennaio 2012

Da Lisbona a Roma. La BNP pubblica un importante diario di viaggio del XVIII secolo:
"Até Roma: uma viagem com devoção, longa e árdua: Diário de Frei Joaquim de S. José em 1750"

Nel 1750, un gruppo di francescani parte da Lisbona, in missione ufficiale, per raggiungere Roma. I giorni di viaggio, le difficoltà, i momenti di riposo, tutto è osservato e annotato nel suo Diário da Frate Joaquim de S. José. Il manoscritto, che non aveva suscitato un’adeguata attenzione fino ai giorni nostri, è ricco di informazioni e ci consente di approfondire alcune problematiche specifiche del XVIII secolo.
Al lungo e arduo viaggio partecipa anche il giovane Frate Manuel do Cenáculo, il futuro presidente della Real Mesa Censória che suggerirà al Marquês de Pombal la creazione di una Biblioteca Nacional. La presenza del filosofo portoghese, che cercò di armonizzare ragione e fede, natura e grazia, impreziosisce ulteriormente il manoscritto, consentendo di fissare importanti collegamenti con la cultura portoghese. E sarà proprio il viaggio a Roma a orientare il pensiero di Frate Manuel do Cenáculo verso posizioni più marcatamente “illuministe”.
L’attuale trascrizione del documento è incompleta. Ma, a prescindere dal futuro ritrovamento o meno dei folii mancanti, le questioni che suscita garantiscono senz’altro una lettura interessante, collocando il testo fra le fonti di prima mano per la conoscenza di questo periodo storico. Come succede con altri racconti di viaggio, anche questo Diário arricchisce l’osservazione con l’interpretazione soggettiva, e compara le novità con i modelli tradizionali, con il risultato di una lettura “aperta” e davvero molto suggestiva.


Frei Manuel do Cenáculo

Até Roma: uma viagem com devoção, longa e árdua: Diário de Frei Joaquim de S. José em 1750
São José, Joaquim de, 1707-1755, O.F.M. Estudo, transcrição e índices Maria Luísa Cabral; [ed. lit.] Biblioteca Nacional de Portugal
Ano: 2011 Desc. Física: 207 p. ; 24 cm
ISBN: 9789725654620
Colecção: Fontes

domenica 8 gennaio 2012

Abrantes - "Pintor Italiano 25 anos em Portugal"

Un evento per celebrare i 25 anni di attività in Portogallo di Massimo Esposito
Post bilingue: italiano - português



Il 13 gennaio 2012, alle ore 17.30, nella Biblioteca Antonio Botto di Abrantes, sará inaugurato l’evento artistico "Pintor Italiano 25 anos em Portugal" di Massimo Esposito. L’evento, che vuole commemorare i 25 anni di attivitá artistica del pittore italiano, include un’esposizione di quadri dell’autore, un video realizzato da una sua idea, un intervento sulla mancanza di aiuti alla cultura.
In programma anche una conferenza della Dr.ssa Nunzietella Alessandrini sul tema: “L’influenza degli italiani nelle scoperte portoghesi”. L’evento, che si concluderà il prossimo 10 febbraio, prevede anche la proiezione di film promozionali sull’Italia.





















Abrantes - "Pintor Italiano 25 anos em Portugal"
Um evento para comemorar 25 anos de atividade artística de Massimo Esposito

A 13 de Janeiro de 2012 as 17,30 vai ser inaugurado o eventos artístico Pintor italiano 25 anos em Portugal de Massimo Esposito na biblioteca de Antonio Botto em Abrantes o evento pretende comemorar 25 anos de atividade artística que inclui uma exposição de pinturas do autor, um vídeo realizado numa sua idéia, uma intervenção sobre a falta de ajuda sobre cultura, uma palestra do Dr.a Nunzietella Alessandrini sobre a influência Italiana nos descobrimentos portugueses e projecção de filmes promocionais da Itália.


 


















Massimo Esposito:
http://www.pittoreitaliano.com/
https://www.facebook.com/esposito57?sk=info

sabato 31 dicembre 2011

BUON ANNO
FELIZ ANO 2012

Entrevista - Umberto Eco: "O excesso de informação provoca amnésia"

O escritor italiano diz que a internet é perigosa para o ignorante e útil para o sábio porque ela não filtra o conhecimento e congestiona a memória do usuário

LUÍS ANTÔNIO GIRON, DE MILÃO

O escritor e semiólogo Umberto Eco vive com sua mulher em um apartamento duplo no segundo e terceiro andar de um prédio antigo, de frente para o palácio Sforzesco, o mais vistoso ponto turístico de Milão. É como se Alice Munro morasse defronte à Canadian Tower em Toronto, Hakuri Murakami instalasse sua casa no sopé do monte Fuji, ou então Paulo Coelho mantivesse uma mansão na Urca, à sombra do Pão de Açúcar. "Acordo todo dia com a Renascença", diz Eco, referindo-se à enorme fortificação do século XV. O castelo deve também abrir os portões pela manhã com uma sensação parecida, pois diante dele vive o intelectual e o romancista mais famoso da Itália.

Um dos andares da residência de Eco é dedicado ao escritório e à biblioteca. São quatro salas repletas de livros, divididas por temas e por autores em ordem alfabética. A sala em que trabalha abriga aquilo que ele chama de "ala das ciências banidas", como ocultismo, sociedades secretas, mesmerismo, esoterismo, magia e bruxaria. Ali, em um cômodo pequeno, estão as fontes principais dos romances de sucesso de Eco: O nome da rosa (1980), O pêndulo de Foucault (1988), A ilha do dia anterior (1994), Baudolino (2000), A misteriosa chama da rainha Loana (2004) e O cemitério de Praga. Publicado em 2010 e lançado com sucesso no Brasil em 2011, o livro provocou polêmica por tratar de forma humorística de um assunto sério: o surgimento do antissemitismo na Europa. Por motivos diversos, protestaram a igreja católica e o rabino de Roma: aquela porque Eco satirizava os jesuítas ("são maçons de saia", diz o personagem principal, o odioso tabelião Simone Simonini), este porque as teorias conspiratórias forjadas no século XIX - como o Protocolo dos sábios do Sião - poderiam gerar uma onda de ódio aos judeus. Desde o início da carreira, em 1962, como autor do ensaio estético Obra aberta, Eco gosta de provocar esse tipo de reação. Mesmo aos 80 anos, que completa em 5 de janeiro, parece não perder o gosto pelo barulho. De muito bom humor, ele conversou com Época durante duas horas sobre a idade, o gênero que inventou - o suspense erudito -, a decadência europeia e seu assunto mais constante nos últimos anos: a morte do livro. É de pasmar, mas o maior inimigo da leitura pelo computador está revendo suas posições - e até gostando de ler livros... pelo iPad que comprou durante sua última turnê americana...


O pensador e romancista italiano Umberto Eco completa 80 anos nesta semana. 
Ele está escrevendo sua autobiografia intelectual.
(Umberto Eco. Fotógrafo: Eamonn McCabe/The Guardian)

martedì 20 dicembre 2011

José Saramago, Il più grande fiore del mondo, Feltrinelli

Un racconto del celebre scrittore portoghese dedicato ai bambini


È la storia di un ragazzino che vive in campagna e ama fare lunghe passeggiate. Un giorno trova un fiore buttato via, quasi appassito, e decide di prendersene cura finché, all'improvviso, dopo molte fatiche e premure, la piantina torna a fiorire. A quel punto il bambino si addormenta sotto la pianta. Dopo una lunga e disperata ricerca, i genitori lo ritrovano adagiato in terra accanto al fiore che, nel frattempo, si è trasformato nel più grande del mondo.

Il libro è illustrato dalle tavole intense e suggestive di Emiliano Ponzi.La traduzione è di Rita Desti.
Età di lettura: dai 5 anni in su

Per l'anteprima del libro clicca qui

Illustrazione di Emiliano Ponzi

lunedì 19 dicembre 2011

Alberto Anzani, Doppio gioco, Sax Editore


Dal film al libro! Questo romanzo è un originale adattamento creato dallo stesso autore della pellicola Jogo duplo. Un libro per ridere, un divertissement che mantiene lo stile veloce dell'azione e il ritmo effervescente della commedia. Pur rispecchiando la trama della versione per il cinema, l'autore innesta nelle scene e sui personaggi alcune evocazioni letterarie, montando voci, suoni e parole, sulla forza delle immagini. L'affresco che se ne ricava stimola il riso e persino l'appetito, grazie alla dose sapiente di situazioni surreali e di ricette culinarie. Un doppio gioco anche nei rimandi, nelle citazioni, nel solco di una letteratura italo-portoghese sensibile ai temi dell'esistenzialismo, dell'equivoco, dei doppi sensi, in una veste farsesca e colorita, non scevra da un'irriverente comicità, sempre attuale.

Alberto Anzani, scrittore, regista e attore è nato a Como in Italia nel 1973. Ha pubblicato il libro di poesie in spagnolo Nahual (1994) e i romanzi Saudade (1995), Joia (2002), Sul confne (2004) ridotto per il teatro e per il cinema, On the border, (2005), L'ambasciata chiude (2006), Doppio gioco (2011). Ha scritto, diretto e interpretato i flm Sul Confne (2008) e Jogo Duplo (2010).

domenica 18 dicembre 2011

Lamezia Terme - L'architetto Michele Cannatà, dello studio Cannatà & Fernandes di Oporto, ospite d'onore dell'incontro “Ri-generare città”

Un bilalncio dell'iniziativa svoltasi lo scorso 13 dicembre


LAMEZIA TERME – Si è tenuto a Palazzo Nicotera a Lamezia Terme l’incontro sul tema “Ri-generare città” organizzato dall’Ordine degli Architetti, paesaggisti, conservatori e pianificatori della Provincia di Catanzaro (a cura del Dipartimento Cultura, Comunicazione, Informazione), dalla facoltà di Architettura di Reggio Calabria, con il Patrocinio del Comune di Lamezia Terme.
La manifestazione è stata aperta dall’intervento dell’assessore comunale Franco Amendola in rappresentanza del sindaco Speranza, che ha voluto sottolinerare il percorso di pianificazione che l’Amministrazione sta avviando, a cui sono seguiti gli interventi di Biagio Cantisani, presidente dell’Ordine degli Architetti, di Isidoro Pennisi della Facoltà di Reggio Calabria, di Michele Cannatà dello studio portoghese Cannatà&Fernandes, e le conclusioni del neo vice presidente dell’Unione internazionale degli architetti Antonio Riverso.
Questa manifestazione è stata la prima di una serie di eventi che l’Ordine degli Architetti presenterà nei prossimi mesi su questo tema. Infatti la rigenerazione urbana e la sostenibilità sono tematiche che pervadono ormai da qualche tempo gli scenari del fare architettura, in un rapporto sempre più sinergico e denso di significati, in cui la riqualificazione urbanistica ed architettonica si intrecciano strettamente con la cultura, l’economia e l’organizzazione sociale della città. Questo è stato il senso che il presidente Cantisani ha voluto imprimere come significato principale della serata; senso che è stato immediatamente ripreso da Pennisi che ha introdotto – seguendo un interessante percorso legato alla rigenerazione della città in senso più marcatamente culturale – l’ospite della serata che è stato l’architetto Michele Cannatà, dello studio Cannatà&Fernandes di Oporto, Portogallo; Cannatà ha studiato a Reggio Calabria per poi trasferirsi, nei primi anni ’80, fondando uno studio con Fatima Fernandes, e realizzando lavori sia in Calabria che in Portogallo; l’architetto ha esposto in maniera semplice ed efficace i progetti dello studio a diverse scale, dalla piccola piazza al museo, in un rapporto sinergico tra studio dei materiali e economia dei costi.
La rilevanza dell’intervento di Cannatà ha pertanto sottolineato come rigenerazione «significa soprattutto ripensare la città secondo architetture semplici, comprensibili, ma di ottima qualità, in un’interazione di “firmitas”, “utilitas”, “venustas” che spesso è dato per scontato ma non tanto spesso realizzato».
A chiudere i lavori è stato l’architetto Antonio Riverso, vice-presidente dell’Unione internazionale degli architetti, che ha sottolineato come «rigenerazione della città significa anche integrazione delle politiche urbanistiche, economiche e sociali con la riqualificazione dell’esistente e il contenimento dell’espansione urbana sono i temi centrali di un dibattito in cui la figura dell’architetto va ad assumere un ruolo importante, un “ruolo che ci deve vedere partecipi e protagonisti”, per la capacità degli architetti di indirizzare e prefigurare i cambiamenti». (sa.inc.)

sabato 17 dicembre 2011

È morta Cesária Évora

27/8/1941-17/12/2011


La cantante di Capoverde Cesária Évora, soprannominata la "diva a piedi nudi", è morta oggi a 70 anni, tre mesi dopo aver abbandonato le scene. La scomparsa è stata annunciata dal ministro della cultura di Capoverde Mario Lucio Sousa.

Alessandra Sacchetta

venerdì 16 dicembre 2011

GLOSAS n. 4

È uscito il quarto numero della prestigiosa rivista dedicata alla musica classica portoghese


È uscito il quarto numero di Glosas, la rivista semestrale dedicata interamente alla musica erudita portoghese, prodotta dal mpmp, movimento patrimonial pela música portuguesa. La pubblicazione, unica nel suo genere, è uno strumento fondamentale per chiunque voglia addentrarsi nell’universo musicale portoghese. La rivista, di grande rilevanza e qualità, è concepita e realizzata da specialisti (compositori, scrittori, artisti plastici), ma si propone di raggiungere anche il pubblico degli appassionati e dei non addetti ai lavori.
Particolare attenzione è dedicata alla musica portoghese contemporanea. In questo numero un’intervista e un omaggio a António Victorino d'Almeida, con i contributi di Eurico Carrapatoso, Sérgio Azevedo, Carla Seixas, Mário Zambujal, José Fortes, Fernando Rocha, Mariana Calado, Nuno Brito e Júlio Pomar.

Elenco degli articoli:

- debaixo de olho: o que está a acontecer na música portuguesa / agenda de concertos (Manuela Paraíso)
- entrevista e homenagem a António Victorino d'Almeida (com a participação de Eurico Carrapatoso, Sérgio Azevedo, Carla Seixas, Mário Zambujal, José Fortes, Fernando Rocha, Mariana Calado, Nuno Brito e Júlio Pomar)
- entrevista a Jorge Salgueiro & texto sobre a entrevista do próximo número, a Andreia Pinto-Correia (por Mónica Brito)

efemérides: Dom Diniz e David Perez (textos de Manuel Pedro Ferreira e João Paulo Janeiro)
Joly Braga Santos e Jorge Peixinho : uma amizade invulgar? (por Piedade Braga Santos)
Canto de Amor e de Morte de Lopes-Graça (por José Eduardo Martins)

- Salões Musicais em Lisboa nos sécs. XIX-XX (por Idalete Giga)
- A obra para piano de Manuel Faria (por André Vaz Pereira)
- Cosmopolitismo na Cidade da Horta (Luís C. F. Henriques)

Compositores a Descobrir: Tomás Borba (Duarte Gonçalves-Rosa)

glosando: uma peça inédita : Antero Ávila
Now & Then : novo disco de Patrício da Silva (por Joana Rocha)
Festival Música Viva : crítica (por Tiago Cabrita)
Dias de Música Electroacústica (por Jaime Reis)

La rivista è disponibile sul sito della AvA Musical Editions

Leggi anche:
Glosas, la prima rivista dedicata interamente alla musica classica portoghese

giovedì 15 dicembre 2011

Os Músicos do Tejo hanno registrato La Spinalba, dramma comico di Francisco António de Almeida

È la prima incisione del complesso musicale portoghese per la casa discografica Naxos

Lo scorso 23 novembre Os Músicos do Tejo hanno terminato la registrazione de La Spinalba, dramma comico in tre atti di Francisco António de Almeida (1702–1755), annoverato fra gli iniziatori della musica operistica portoghese. L’opera fu eseguita per la prima volta a Lisbona nel 1739. Creduta perduta durante il terremoto del 1755, è stata ritrovata insieme ad altre opere del celebre compositore barocco portoghese. L’edizione utilizzata da Os Músicos do Tejo è quella ristampata nel 1969 dalla Fondazione Calouste Gulbenkian, dove si conserva nella collezione Portugaliae Musica.
Nella registrazione, realizzata per la casa discografica Naxos, Os Músicos do Tejo sono diretti da Marcos Magalhães. Fanno parte del cast Ana Quintans (Spinalba), João Fernandes (Togno), Luís Rodrigues (Arsenio), Joana Seara (Vespina), Cátia Moreso (Dianora), Inês Madeira (Elisa), Fernando Guimarães (Ippolito), e Mário Alves (Leandro). La registrazione è stata effettuata presso il Salão Nobre dell’Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) di Lisbona. Il cd è prodotto da Pierre Lavoix, con l’assistenza dell’ingegnere del suono Jean Gauthier.

Francisco António de Almeida
Compositore e organista portoghese, dopo la prima formazione musicale, fu inviato a Roma dal re D. João V per perfezionarsi. Durante la sua permanenza in Italia, dal 1722 al 1726, pubblicò gli oratori Il pentimento di David e La Giuditta. Nel 1724 Pier Leone Ghezzi lo ritrasse in una caricatura su cui scrisse «Signor Francesco Portughese il quale è venuto a Roma per studiare, e presentemente è un bravissimo compositore di Concerti, e di musica da Chiesa, e per essere Giovane è uno stupore e canta con gusto inarrivabile, venendo alla mia Accademia di Musica Io Cavalier Ghezzi me ne sono lassata la memoria il dì 9 luglio 1724».
La maggior parte della sua produzione musicale fu realizzata dopo il suo rientro in Portogallo. Nel 1728 compose la serenata Il trionfo della virtù. Seguirono lo scherzo pastorale Il trionfo d'amore (1729), il dramma per musica da cantarsi Gl'incanti d'Alcina (1730), il dramma comico La Spinalba, ovvero il vecchio matto (1739), e la serenata L’Ippolito (1752).
La sua produzione musicale è influenzata dallo stile italiano, in particolare da quello di Alessandro Scarlatti. È considerato fra i promotori del teatro lirico in Portogallo, a cominciare dall’opera comica La pazienza di Socrate rappresentata a Lisbona nel 1733 presso il palazzo reale e considerata la prima opera italiana esportata in Portogallo

Os Músicos do Tejo
Il complesso vocale e strumentale de Os Músicos do Tejo è stato fondato a Lisbona da Marcos Magalhães e Marta Araújo. Il loro primo concerto si è tenuto a Setubal nel 2005. Si tratta di una delle migliori formazioni di musica antica presenti attualmente in Portogallo, dove ha contribuito alla riscoperta di importanti opere del periodo barocco. In particolare, La Spinalba di F. A. de Almeida, eseguita per la prima volta nel CCB, è stata accolta con grande entusiasmo sia dal pubblico che dalla critica. Sull’onda del grande successo l’opera è stata portata in tourneè in Portogallo e Spagna e conta già dieci rappresentazioni. Analogo consenso hanno riscosso le esecuzioni de Lo Frate Nanmorato de G.B. Pergolesi e Le Carnaval et la Folie di A.C. Destouches.
Grande apprezzamento hanno suscitato, inoltre, le due incisioni discografiche realizzate dalla formazione musicale portoghese: As Sementes do Fado, con Ana Quintans, Ricardo Rocha e Marcos Magalhães, e As Árias de Luisa Todi, con il soprano Joana Seara che interpreta il repertorio cantato dalla celebre artista portoghese del XVIII secolo.
La Spinalba di F. A. de Almeida è la prima registrazione de Os Músicos do Tejo per la casa discografica Naxos.

Os Músicos do Tejo

Ciclo “Artes em projeção” - Duas curtas-metragens

O quarto bloco de curtas-metragens de 2011, do ciclo “Artes em Projeção”, sobre artistas contemporâneos portugueses, apresentadas no âmbito da última edição do FantasPorto e realizadas em co-produção com a Escola de Belas Artes do Porto e a Universidade Católica. [ver +]
Tal como tem vindo a ser hábito, no final das sessões, decorrerá uma pequena tertúlia com os presentes. A entrada é livre.



ALBERTO PÉSSIMO
Por Miguel Lopes Rodrigues (23 minutos)


ARMANDO ALVES
Por Simone Almeida (13 minutos)


NOTA: No mesmo horário decorrerá um Atelier de Expressão Plástica para Crianças entre os 5 e os 11 anos. Inscrições e mais informações através do e-mail info@casadagaleria.com

Casa da Galeria - Centro de Arte Contemporânea
R. Prof Dr. Joaquim Augusto Pires de Lima 33-37, 4780-449 Santo Tirso | 41*20'21,93''N 8*28'34,23''W
T 252 856 298 | F 252 855 286 | de Terça a Sábado, das 15h às 19h

até 21 de Jan. artes plásticas de EMERENCIANO. Entrada livre
até 10 Dez. inscrições abertas: Atelier de expressão plástica para crianças.
17 Dez, às 16h. ciclo Artes em Projeção: Alberto Péssimo + Armando Alves. Entrada livre
até 21 de Jan. Visitas em Família. Entrada livre

giovedì 8 dicembre 2011

Non c'è più niente da raccontare perché questo è piccolo, come ogni fecondazione
Mostra di João Maria Gusmão e Pedro Paiva

Museo Marino Marini
Piazza S. Pancrazio, Firenze 50123
Aperta fino al 14 gennaio 2012

Il Museo Marino Marini di Firenze ospita la mostra Non c'è più niente da raccontare perché questo è piccolo, come ogni fecondazione di João Maria Gusmão e Pedro Paiva (JMG/PP), a cura di Nuno Faria e Alberto Salvadori.
Per questo progetto che segue le recenti presentazioni alla Kunsthalle di Düsseldorf e a Le Plateau di Parigi, JMG/PP propongono un insieme eterogeneo di sculture e filmati realizzati fra il 2006 e il 2011.
Seguendo il motto “le cose non hanno significato: hanno esistenza. La loro esistenza è il loro significato”, del poeta Alberto Caeiro, pseudonimo di Fernando Pessoa, i brevi filmati che costituiscono la base del lavoro di questa coppia di artisti si definiscono come avvenimenti, emergenze, sequenze senza narrativa e senza metafisica, strutturate intorno alla discreta ma ineluttabile origine delle piccole cose.
JMG/PP sono riusciti a realizzare un notevole percorso artistico-intellettuale raggiungendo, come pochi altri nell'arte contemporanea, alti livelli di sofisticazione filosofica e riflessiva attraverso i loro film (in 16 e 35 mm), dove la loro visione materialista del mondo è frutto dell’intreccio dei codici della patafisica, della scienza e dell'arte. Il lavoro degli artisti ci introduce ad una riflessione sul mondo attraverso l'assurdo, il burlesco e la magia e recuperando le qualità primitive dell'infanzia del cinema. Com'è consuetudine nel modus operandi di JMG/PP, alcune fra le più recenti opere di questa mostra sono state realizzate durante viaggi di lavoro, nella fattispecie a Catania e a São Tomé e Príncipe. Saranno presenti, dunque, lavori inediti prodotti dalla Fondazione Marino Marini e Osservatorio arti Contemporanee Ente Cassa di Risparmio e una scultura "Spaghetti Tornado", realizzata grazie al sostegno della Fondazione Brodbeck di Catania.

Duo artistico con sede a Lisbona, João Maria Gusmão (1979) e Pedro Paiva (1977) lavorano insieme dal 2001, producendo film, opere scultoree, installazioni e antologie di testi. I film di Gusmão e Paiva evocano solitamente studi scientifici, ambientati in luoghi scarni e poco identificabili, o in set molto bui. Rigorosamente senza sonoro, i loro film, che gli stessi artisti descrivono come la stesura di una "finzione poetica filosofica", gettano lo sguardo su una varietà di personaggi curiosi, in scenari che alludono ai testi intellettuali ed esoterici.
In tandem con il loro lavoro visivo, dal 2005, realizzano la pubblicazione della rivista filosofica Eflúvio Magnético, che copre la vasta gamma delle loro differenti ricerche differenti e del loro lavoro.
João Maria Gusmão e Pedro Paiva hanno esposto in mostre monografiche in molti musei e centri d'arte contemporanea, tra cui il Wattis Institute for Contemporary Art, San Francisco, la Kunstverein di Hanover, la Ikon Gallery a Birmingham, the Museu de Arte Contemporâneo of Castilla y Leon, the Swedish Contemporary Art Foundation, Stockholm, the Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisbona. Hanno partecipato a eventi internazionali e mostre come la Biennale di Gwangju nel 2010, Manifesta nel 2008, la Biennale Mercolsul a Porto Alegre nel 2007, e la Biennale di Sao Paulo nel 2006. Hanno rappresentato il Portogallo con Experiments and Observations on Different Kinds of Air alla 53° Biennale di Venezia del 2009. Hanno recentemente inaugurato, a settembre 2011, Tem gwef tem gwef dr rr rr alla Kunsthalle di Düsseldorf , Düsseldorf e Alien Theory a Le Plateau, Paris.
In occasione del progetto è stato realizzato un libro, edizioni Mousse Publishing, a cura di Nuno Faria e Alberto Salvadori, sostenuto dalle Fondazioni Marino Marini Firenze, Fondazione Brodbeck Catania e Osservatorio Arti Contemporanee Ente Cassa di Risparmio di Firenze.

The horse of the prophet, 2011
16mm film, colour, no sound, aprox. 2'20'”
Colaboration with Lamu Palm Oil Factory, production Frac Île-de-France / Le Plateau, Paris


Hand, smaller than hand, 2009
35mm film transferred to 16mm, colour, no sound, 1'48''
Production Inhotim Cultural Center, Minas Gerais, Brazil

Museo Marino Marini
Piazza S. Pancrazio
Firenze 50123
+39 05 5219432

Ufficio stampa Museo Marino Marini:
Davis & Franceschini
tel.+39 055.2347273
fax +39 055.2347361

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